urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgrayBlack & grayPorque a vida não é só "preto e branco". O cinzento também existe.
E é a possibilidade de podermos optar pelo cinzento, em tantas situações, que torna a nossa vivencia tão rica.LiveJournal / SAPO BlogsSofia Black2018-09-13T11:28:33Zurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:194802018-09-13T12:10:00De coração apertado2018-09-13T11:24:25Z2018-09-13T11:28:33Z<p>A primeira vez que me lembro de ficar de coração apertado por me afastar do meu filho, foi quando aceitou ir com a avó de férias, para Vila Nova de Milfontes, quando tinha 4 anos. Lá ia ele, encantado da vida, enquanto nós, pais, o viamos desaparecer ao fim da rua, de lágrima no olho.</p>
<p>Depois, mais tarde, voltei a sentir o mesmo quando o deixei pela primeira vez na pré-escola. E, novamente, fui eu a única a sofrer, a ficar triste e preocupada todo o dia. Ele, nem se depediu de mim. Estava ansioso por começar esta nova etapa e integrou-se tão bem que, faltar à escola, era para ele muito dificil de aceitar. Até chorava.</p>
<p>E hoje, 14 anos mais tarde, aqui estou eu. Novamente de coração pequenino, uma etapa diferente mas os mesmos receios e preocupações.</p>
<p>É hoje o seu primeiro dia na faculdade. Ficou em Lisboa, regressa a casa todos os dias (nem eu aguentaria de outra forma) mas não consigo pensar nesta nova realidade. O trajecto de comboio e metro, as praches, a nova escola e os novos amigos, a alimentação, etc, etc.</p>
<p>Sou mãe galinha é verdade. E, apesar dos seus 18 anos, será sempe o meu menino e o meu coração continuará sempre apertado com os novos desafios, com os perigos do desconhecido. Se pudesse tinha ido com ele (como no seu primeiro dia de aulas).</p>
<p>Tranquiliza-me, no entanto, o facto de ser um miúdo ponderado, com bons princípios e valores e sempre, sempre alegre.</p>
<p>Mais uma etapa na sua vida, mais uma vitória (e mais uns dias de coração pequenino).</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:193452018-08-08T12:02:00Noites de verão2018-08-08T11:16:20Z2018-08-08T11:49:34Z<p>Nunca gostei do verão, sobretudo dos dias de calor abrasadores em que não podia vir brincar para a rua com as minhas amigas, como habitualmente, e porque me lembra umas férias grandes em que a minha mãe (para entreter as filhas das amigas, na falta de ATL na época), decidiu criar um "workshop" de bordados que nos ocupava a tarde toda.</p>
<p>Mas as noites de verão entusiasmavam-me. Esperava sempre por uma noite quente para, depois do jantar, poder juntar-me com as minhas amigas e vizinhas.</p>
<p>Perto da casa onde vivi até casar existe um jardim, onde a maior parte dos habitantes do meu bairro (miúdos e graúdos), se juntavam e falavam dos mais variados temas. Nós, a criançada, raramente nos sentávamos e aproveitávamos para colocar em dia a brincadeira atrasada, que o workshop de bordados nos privou.</p>
<p>Lembro-me de um vizinho a quem chamávamos o "guarda nocturno" porque nestas noites era sempre o primeiro a chegar e o último a arredar pé do jardim. Vivia de noite e descansava de dia.</p>
<p>Tenho saudades desse tempo...</p>
<p>O jardim ainda existe, as noites de calor também e até o meu vizinho guarda nocturno ainda está entre nós.</p>
<p>Mas nada é como dantes. A vizinhança já não se junta para pôr em dia as cusquices e o guarda nocturno já se "aposentou". O jardim passou a ser um sitio impessoal, de passagem, sem histórias para contar.</p>
<p>Agora já nem das noites de verão gosto...</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:191352018-08-08T11:43:00Flash do dia #232018-08-08T10:47:54Z2018-08-08T10:47:54Z<p>Esta é a minha cara quando te informam que o teu filho teve 17,2 no exame nacional de matemática, de acesso à universidade.</p>
<p>Que alegria!</p>
<p>Agora é esperar pelas listas de entrada na universidade.</p>
<p>Vamos lá ver se temos engenheiro informático.</p>
<p><a id="irc_mil" style="border: 0px currentColor;" href="http://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiT7YrIo93cAhUhz4UKHaVMAZQQjRx6BAgBEAU&url=http%3A%2F%2Fgifimage.net%2Fgif-pessoa-feliz-11%2F&psig=AOvVaw1JTDBNexow11LqVEhswmhx&ust=1533811563691951" rel="noopener"><img id="irc_mi" style="margin-top: 48px;" src="http://gifimage.net/wp-content/uploads/2017/11/gif-pessoa-feliz-11.gif" alt="Resultado de imagem para pessoa feliz" width="500" height="269" /></a></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:188832018-07-30T11:37:00Flash do dia #222018-07-30T10:40:50Z2018-07-30T10:40:50Z<p>E não é que, ao fim de 18 anos e 4 meses, o meu filho conseguiu finalmente engolir um comprimido.</p>
<p>Nunca o tinha feito, e não porque seja avesso a medicamentos mas, porque simplesmente não os conseguia engolir.<img style="vertical-align: middle;" src="https://blogs.sapo.pt/tinymce4/plugins/sapoemoticons/img/EMOTICON_CONFUSED.png" alt="" width="24" height="24" /></p>
<p>Tão despachado na maioria das coisas e tão "menininho" noutras.</p>
<p>Vamos ver se é para continuar (acho que dependerá do tamanho do comprimido em causa).</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:185772018-07-23T11:33:00Um dossier com vida2018-07-23T10:58:17Z2018-07-23T10:58:17Z<p>Terminaram as aulas e o meu filho terminou o 12º ano.</p>
<p>Por ir agora começar uma nova etapa (com a entrada na faculdade, espero <img style="vertical-align: middle;" src="https://blogs.sapo.pt/tinymce4/plugins/sapoemoticons/img/EMOTICON_BLUSHED.png" alt="" width="24" height="24" />) trouxe da escola um dossier com todo o seu processo educativo, desde que entrou na pré-primária até ao 12º ano.</p>
<p>Deliciei-me a desfolhar aquelas páginas, enquanto ia relembrando episódios que marcaram estes 14 anos.</p>
<p>Tantas histórias, anseios, conquistas e algumas desilusões. Tudo fez parte dum percurso que passou sem sobressaltos e sobretudo com uma maioria de bons momentos.</p>
<p>Dei por mim a relembrar-me:</p>
<p>- da sua entrada na pré-primária, de bata verde personalizada, e como ficava triste quando não podia ir por estar doente. </p>
<p>- da época da primária de onde, quase todos os dias, chegava arranhado numa mão ou joelho porque havia sempre "uma pedrinha" que se colocava no seu caminho. Começava aqui a notar-se a sua aptidão e interesse pelos números e matemática.</p>
<p>- do início numa nova escola (do 5º ao 9º ano). Novos amigos, uma mão cheia de salas diferentes, horários a cumprir, a perda de várias peças de roupa, a queda nas escadas (que culminou com um dia no hospital por suspeita de traumatismo craniano). E a representação em S. Bento, como aluno da escola, no parlamento de jovens durante 3 anos consecutivos.</p>
<p>- da entrada no secundário. Mais uma nova escola. O primeiro susto com negativa a matemática no 10º ano (surpresa para todos). Foi um ano dificil (a primeira vez que me lembro de o por de castigo por causa das notas). Recuperou bem nos outros anos. Fez-se o click e tornou-se mais responsável e dedicado.</p>
<p>E agora, aqui estamos todos ansiosos pelas listas de acesso ao ensino superior.</p>
<p>Mais um verão de ansiedade depois de 2 semanas angustiados com os exames.</p>
<p>Acredito que vá correr tudo pelo melhor e que será a sequencia natural deste percurso (quase imaculado), da luz dos meus olhos. </p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:183632018-07-23T11:31:00Flash do dia #212018-07-23T10:33:22Z2018-07-23T10:33:22Z<p>Depois de ter passado no exame de código, na passada segunda-feira, o meu filhote começa hoje as aulas de condução.</p>
<p>Já teve ontem a praticar com o pai mas, por segurança, não saiam à rua entre as 13 e as 14h de hoje...</p>
<p>Mais vale prevenir <img style="vertical-align: middle;" src="https://blogs.sapo.pt/tinymce4/plugins/sapoemoticons/img/EMOTICON_HAPPY.png" alt="" width="24" height="24" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:181722018-06-25T17:30:00Flash do dia #202018-06-25T16:31:55Z2018-06-25T16:31:55Z<p>Depois de ontem ter sofrido uma cabeçada do meu cão (sim, do meu cão labrador de 30kg) que por pouco não me abriu o sobrolho, aqui estou eu com um verdadeiro olho à belenenses.</p>
<p>O inchaço disfarçou mas o hematoma alastrou pela pálpebra e, de tão roxo que está, parece mesmo que vim agora da maquilhadora, com direito a eyeliner e tudo.</p>
<p>Ninguém acredita...</p>
<p>Só comigo.</p>
<p>Nunca mais jogo à bola com ele.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:179102018-06-22T18:00:001 ano de blog2018-06-22T17:01:36Z2018-06-22T17:19:55Z<p>Pois é, já lá vai 1 ano que tive coragem de tirar da gaveta o desejo secreto de ter um blog.</p>
<p>Não escrevi tanto quanto poderia (por falta de tempo, por falta de assunto, por falta de imaginação) mas valeu a pena.</p>
<p>Fazendo uma retrospectiva do que fui escrevendo por aqui, este blog passou dum espaço de opinião para um baú de recordações. É verdade que aqui e acolá partilho a minha opinião (sobretudo em temas com os quais não consigo ficar indiferente) mas maioritariamente, os meus posts, resultam de algo do quotidiano que me fazem lembrar situações, relações familiares, de amizade, etc. E o meu filho, o meu maior tesouro.</p>
<p>Mas apesar de tudo, o nome Black & Gray continua a fazer sentido. Este meu blog será Black sempre que me virem tristonha, revoltada, saudosa mas sempre com umas pinceladas de branco (de verdade, de transparência) e voilá, resulta em Gray.</p>
<p>A todos aqueles que tiveram a amabilidade de me acompanhar nesta aventura, lendo e comentando os meus posts, o meu Muito Obrigada! Ao Sapo Blogs obrigada pelos destaques!</p>
<p>E venha mais um ano!</p>
<p>Nós vamo-nos vendo por aí.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:175292018-06-13T15:34:00Outra vez Alfama!2018-06-13T14:49:23Z2018-06-13T14:49:23Z<p>Seis da manhã e lá recebia eu a mensagem da praxe do meu amigo: "Ganhámos! Tricampeões!</p>
<p>E a história volta a repetir-se. Alfama ganha novamente as Marchas de Lisboa 2018.</p>
<p>Não nasci em Alfama, nem tão pouco em Lisboa, mas sou fã das marchas e apoiante deste incrivel bairro pela amizade à familia Neves (familia de marchantes que vai já na 3ª geração).</p>
<p>Ontem, a passo acelerado, corri contra o tempo, entre manjericos e sardinhas, calçadas e ruelas, para chegar a tempo de ver a marcha de Alfama sair do pavilhão Magalhães Lima. E consegui, com as pernas pesadas e respiração ofegante, chegar a tempo de as portas se abrirem e da primeira ovação da noite.</p>
<p>Que lindos iam os marchantes! Aquelas saias, os bigodes verdadeiros...</p>
<p>Não os seguimos para a Avenida, indo desfrutar dum tipico repasto de Santo António - caldo verde e sardinha assada.</p>
<p>Vi-os hoje na televisão e do pouco que vi ontem ainda na Avenida, mereceram novamente a vitória.</p>
<p>Mais uma noite bem passada, divertida com bailarico pelo meio.</p>
<p>Parabéns a Alfama!</p>
<p>Alfama é Linda.</p>
<p>Para o ano voltamos!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:171972018-06-13T15:28:00Flash do dia #192018-06-13T14:29:57Z2018-06-13T14:30:39Z<p>Menos de um ano de blog e já lá vão 4 destaques.</p>
<p>Grande incentivo.</p>
<p>Obrigada Sapo!<img style="vertical-align: middle;" src="https://blogs.sapo.pt/tinymce4/plugins/sapoemoticons/img/EMOTICON_BLINK.png" alt="" width="24" height="24" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:170292018-06-11T11:50:00Fui à feira do Livro2018-06-11T11:13:06Z2018-06-11T11:13:06Z<p>É verdade. Penso que 10 anos depois voltei à feira do livro.</p>
<p>E gostei, matei saudades!</p>
<p>Pensava que seria dificil convencer a minha cara metade para me acompanhar pois a leitura não lhe ocupa muito tempo. Mas estava enganada, e até me ajudou a escolher uns livros e ainda me ofereceu um.</p>
<p>Entrei decidida a comprar o Tatuador de Auschwitz mas fiquei um pouco desiludida com o preço...</p>
<p>Porque não sou uma leitora devoradora não tenho, por isso, fortes ligações a autores. Escolho mais pelos temas: histórias verídicas, histórias sobre países que não conheço e , sobretudo, segunda guerra mundial são os que mais prefiro.</p>
<p>Decidi também, porque o orçamento definido para este gasto não era assim tão elevado, comprar quantidade mantendo a qualidade (ou seja, aproveitar algumas promoções). E acabei por sair com os seguintes livros:</p>
<p>- Naziran, uma mulher sem rosto (escrito pela própria). O testemunho de uma rapariga rejeitada pela sociedade paquistanesa e queimada com ácido enquanto dormia.</p>
<p>- Madrugada sombria de David Satter. A história da Rússia, contada por cidadãos russos após a sua desintegração.</p>
<p>- Hitler de Giulio Ricchezza - A história de quem enfeitiçou a Alemanha, destruiu a Europa e marcou a história universal para sempre.</p>
<p>Saí sem o "Tatuador de Auschwitz" mas ficou prometido como presente de aniversário.</p>
<p>Por agora já tenho leitura com que me entreter à noite (na cama antes de dormir, acompanhada de um chá bem quentinho) e durante as férias que se aproximam.</p>
<p>A feira do livro é um evento para todas as idades, para os mais e menos letrados e até aqueles que são avessos à leitura, podem sempre abancar numa dessas roulotes de comida de rua (que estão na moda) e disfrutar dum menu tipico de fast food ou uma opção mais gourmet.</p>
<p>Gostei e matei saudades.</p>
<p>Para o ano voltarei.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:168602018-06-01T10:32:00Flash do dia #182018-06-01T09:36:35Z2018-06-01T09:36:35Z<p>Quando resolves vestir umas calças mais clássicas (e outras, e outras) que não vestes desde a Primavera passada e descobres que não consegues entrar lá dentro.</p>
<p>Os quarenta e a ociosidade têm me levado a gostar cada vez menos do que vejo ao espelho.</p>
<p>Tenho de voltar ao Zumba, às caminhadas... Caso contrário, este ano, o biquini fica no armário.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:163892018-05-16T11:22:00Mãe, já viste o que aconteceu ao nosso Sporting?2018-05-16T10:48:20Z2018-05-16T10:49:36Z<p>- Mãe, já viste o que aconteceu ao nosso Sporting?</p>
<p>Foi assim que ontem, enquanto aguardava pela minha vez numa sala de espera dum hospital, que o meu filho me demonstrou a sua desilusão com os recentes acontecimentos em Alcochete.</p>
<p>E sim, já tinha tido um primeiro contacto com essas notícias pela televisão.</p>
<p>É triste, revoltante, desrespeitoso com a vida humana. Isto não é o meu sporting, o nosso Sporting.</p>
<p>Imaginava-me na pele daqueles jogadores e das suas famílias (e se fosse com o meu filho que já passou algumas horas naquela academia?).</p>
<p>E hoje, pela manhã, deparo-me com a entrevista do Sr. Bruno de Carvalho à Sporting TV, dizendo que foi uma situação chata, que foi chato para as famílias dos jogadores e que infelizmente era algo do dia-a-dia, que tinhamos de conviver com o crime diariamente.</p>
<p>Pois bem Sr. Presidente:</p>
<p>- Chato é ter que levar consigo de cima desse pedestal considerando que está acima de tudo e de todos.</p>
<p>- Chato é ver que nenhum dos treinadores de futebol, que passaram durante o seu reinado, conseguiram fazer grande coisa (e não por falta de profissionalismo ou competencia) mas porque não lhes dá a devida tranquilidade para realizarem o seu trabalho. </p>
<p>- Chato é ter de levar consigo de forma arrogante, agressiva, lunática e decadente nas redes sociais, esquecendo-se quem é e qual a sua responsabilidade maior: unir e honrar o universo Sporting.</p>
<p>- Chato é vê-lo a disparar para todas as direcções e considerar que todos são seus inimigos, instigando (quero acreditar de forma inconsciente) a revolta e quiçá a violência.</p>
<p>- Chato é vê-lo a criticar os nossos adversários,por causa dos mails, do aliciamento a árbitros,etc, etc e depois acordármos com a notícia duma rusga à SAD do Sporting por situações semelhantes.</p>
<p>E não, sr. presidente, o crime não faz parte do dia-a-dia neste país tranquilo à beira mar plantado.</p>
<p>Não faz parte do meu quotidiano nem dos nossos jogadores que são os prinicipais interessados em fazer um bom trabalho e nos darem alegrias (apesar de terem dias maus como qualquer ser humano).</p>
<p>O que se tornou comum diariamente e chato foi saber que o cenário que se vive, actualmente no nosso clube, é fruto de um presidente que se deslumbrou com o cargo que ocupou e que ainda não percebeu que foi eleito para servir o clube e não contrário. E que o Sporting instituição estará sempre acima de qualquer egocentrismo.</p>
<p>E se é assim tão adepto do Sporting, faça-nos um favor, apresente a sua demissão.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:161482018-05-02T17:00:00E chegaram os 18 anos2018-05-02T17:15:18Z2018-05-02T17:16:44Z<p>No passado dia 28/4 o meu único filho, o meu mais que tudo, chegou às 18 primaveras.</p>
<p>Quis tanto atrasar esta data. Chegou tão depressa, numa velocidade estonteante que não tivemos tempo de assimilar as suas mudanças físicas mas sobretudo psicológicas e de carácter.</p>
<p>Ainda é (e será sempre) o meu menino. A minha companhia, o meu hobbie, o meu maior prazer e orgulho.</p>
<p>Foram 18 anos calmos, tranquilos sem grandes sobressaltos e cheios de boas memórias.</p>
<p>Preparámos-lhe uma festa surpresa assim que chegou da Madeira. Como também lá estive nunca suspeitou que estivessemos a preparar algo memorável. Mas deixei cumplices por cá e as primas, tia, avó, amigas e a cúmplice mor - a namorada - trataram de tudo sem que desse por isso. </p>
<p>Entrou na sala sem saber ao que ía (ía só dar um beijinho à tia que estava a trabalhar na cozinha). Nem reparou nos amigos que o esperavam. Só quando percebeu a presença de amigos de longe que não quiseram faltar.</p>
<p>O pai chorava, o tio chorava, as avós choravam. Eu, infelizmente não assisti (tive de ir arrumar o carro) mas choraria também tanto como quando visionámos o filme que preparámos com fotos suas, desde que nasceu até hoje com os Queen como banda sonora.</p>
<p>O seu sorriso fácil, a boa disposição e sempre rodeado de amigos, fez-me voar no tempo e sentir que estou mais perto de o perder e de poder beijá-lo, de vê-lo todos os dias.</p>
<p>"Quero agradecer a todos os que estão aqui presentes. Todos de alguma forma marcaram a minha vida e estou contente por terem vindo partilhar este dia comigo". Foi assim que discursou e agradeceu aos 75 convidados. Curto mas eficaz (não fosse ele um adepto das ciências pouco dado a português).</p>
<p>Para recordação ficaram as fotos e os envelopes com mensagens que os amigos e familiares deixaram.</p>
<p>Penso que não se irá esquecer nunca deste dia.</p>
<p>E eu também não...</p>
<p>Seria o primeiro dia do resto das nossas vidas mas por razões diferentes. </p>
<p>Ele porque continuava o seu vôo e agora cada vez mais alto sem necessidade da protecção dos pais, a construir a sua própria história.</p>
<p>E eu, mãe galinha, porque começo a senti-lo fugir entre os dedos, a ser cada vez mais independente, a não precisar tanto de mim.</p>
<p>Já sinto saudades dos seus beijos doces, da sua mão colada à minha quando dormia comigo, do tsu sorriso quando o ia buscar à escola ou quando me pedia para jogar à bola com ele.</p>
<p>O meu menino cresceu. Tornou-se um Homem ...</p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:161192018-04-18T13:04:00Os meus 18 anos2018-04-18T12:12:21Z2018-04-18T14:38:55Z<p>O meu filho faz para a semana 18 primaveras e dou por mim a pensar quão importante irá ser esse dia para ele, mas também a constatar que não me lembro de nada desse meu aniversário.</p>
<p>Talvez porque nunca tive a ambição das minhas amigas, de acelerarem o tempo e queimar etapas para rapidamente chegarem aos 18.</p>
<p>Não tinha pressa em tirar a carta de condução (apesar do meu pai me prometer que a pagaria quando lá chegasse), muito menos em contribuir com o meu voto nas próximas eleições ou até de entrar no casino (coisa que até me diverte).</p>
<p>Já namorava com o meu companheiro de sempre, desde os 15 e os meus pais anteciparam o "reconhecimento oficial desta relação" para os 17 anos. </p>
<p>Portanto, nunca tive pressa, fui vivendo o que a vida me dava e o que tempo me tinha para oferecer.</p>
<p>Talvez por isso hoje não me sinta uma quarentona (talvez fisicamente) mas alguém bem resolvida e com uma espirito mais jovem.</p>
<p>E vocês desejavam os 18 anos?</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:158632018-04-06T15:42:00Primavera de malmequeres2018-04-06T14:59:54Z2018-04-06T15:09:31Z<p class="sapomedia images" style="text-align: center;"><img style="padding: 10px 10px;" title="Campo de malmequeres.jpg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bec06482c/20966052_hVzMd.jpeg" alt="Campo de malmequeres.jpg" width="500" height="333" /></p>
<p> </p>
<p>Tenho vindo a acreditar cada vez menos na metereologia, nos ditados de antigamente e até nas "certezas" do Borda D´'Agua.</p>
<p>A estações do ano andam sem rumo, a atropelarem-se todos os dias. O Inverno tem vindo a ganhar (ora com chuva, ora com frio) e não dá tréguas a uma Primavera que tem dificuldade em afirmar-se como a estação Rainha do ano.</p>
<p>Pelo menos era assim que nos "vendiam" na escola: A Primavera e o Verão, estações de primeira, as outras só porque sim...</p>
<p>Lembro-me de no meu 6º ano ter entrado num teatro, para a disciplina de Inglês, sobre a importância de cada uma das estações do ano. Eu e mais 3 colegas de turma, cada uma representava uma estação do ano e tentavamos argumentar a importância de cada uma de nós, num ambiente de picardia, só ultrapassado pelo meu colega Jorge, que serviu de moderador.</p>
<p>Calhou-me a Primavera:</p>
<p><em>I am spring, the most beautiful season of the year.</em></p>
<p><em>When I come</em></p>
<p><em>The flowers grow</em></p>
<p><em>The sun smiles</em></p>
<p><em>And birds fly in the blue sky</em></p>
<p> </p>
<p>Balelas.</p>
<p>Tudo muito bonito mas completamente ultrapassado.</p>
<p> </p>
<p>Todas as Primaveras me recordo do meu avô.</p>
<p>Assim que os campos se enchiam de malmequeres, levava-me e às minhas colegas para o campo, na sua Ford transit de cor de café com leite. E lá íamos nós, cada uma com pequeno kit de costura, num cesto de verga, para nos embelezarmos de coroas, pulseiras e colares de malmequeres brancos e amarelos, dignas de uma princesa.</p>
<p>Era sempre uma tarde bem passada, acompanhada de um belo piquenique, debaixo de uma árvore com os pássaros como convidados. Não havia tempo, ou melhor, tinhamos todo o tempo do mundo.</p>
<p> </p>
<p>Já nada é como dantes.</p>
<p>Acabaram-se as amizades, os piqueniques.</p>
<p>Partiu o meu avô e até a Primavera me traiu.</p>
<p>Mas ficam as recordações. As boas recordações que o tempo não consegue apagar.</p>
<p> </p>
<p><em>Malmequer bem me quer, muito, pouco ou nada.</em></p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:154112018-04-06T15:39:00Flash do dia #17 - Casa de Papel 22018-04-06T14:42:20Z2018-04-06T14:42:20Z<p>Começa hoje a segunda temporada de "La casa de Papel" na Netflix.</p>
<p>Sim, depois do post que escrevi por aqui, já vi a primeira temporada.</p>
<p>Adorei. Viciante.</p>
<p>Vamos ver o que nos traz estes novos episódios.</p>
<p>Espero que tenha um final feliz (ou seja que consigam escapar com o dinheiro pretendido) e já agora que nada de mal aconteça ao Rio. Adoro aquele miudo.</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:151552018-03-19T11:47:00Hoje é o teu dia Pai2018-03-19T12:16:54Z2018-03-19T12:16:54Z<p>Cresci até aos meus 7 anos com uma lembrança ténue da tua presença. Trabalhavas fora toda a semana e, quando voltavas ao fim de semana, tinhas pouco tempo para nós.</p>
<p>Mais tarde, com a empresa que criaste, passaste a estar connosco todos os dias mas nunca foste muito presente (sabes disso). Nunca deixaste faltar nada a mim e à minha irmã, mesmo amor nunca faltou, mas não perdias muito tempo a acompanhar-nos nos saraus de ginástica, nos eventos da escola. Tinhas tempo, mas não para nós.</p>
<p>Na minha adolescencia, passei a estar mais próxima de ti. As nossas conversas, as nossas tardes de domingo no estádio de Alvalade, tornaram-nos mais cumplices.</p>
<p>Casei mas precisava de ti. Para me levares o carro à oficina, para me dares as primeiras aulas de condução...</p>
<p>Três anos depois engravidei e lá estavas tu, encantado da vida, por saberes tamanha novidade.</p>
<p>Mas esta alegria durou pouco pois a doença tomou conta de ti e levou-te de nós em 6 meses. Lutaste, como sempre fizeste na vida. A tua força e alegria de viver foi sempre uma constante e não desististe à primeira. Mas perdeste esta guerra e deixaste-nos destroçados.</p>
<p>Perdi-te quando não devia. Perdi-te quando penso que serias tão importante na história de vida do teu neto e que, agora com mais tempo, podias dedicar-lhe todo tempo que não tive . Perdi-te quando mais precisava de ti, num confronto de sentimentos. Destroçada com uma perda, agarrada a uma vida.</p>
<p>Hoje, 18 anos depois sinto falta da tua alegria, do teu positivismo (mesmo quando a vida te traiu), do teu coração de ouro, amigo do próximo. Hoje sinto a falta do teu sorriso e é a ti que recorro quando tenho uma aflição para que me passes parte da tua força.</p>
<p>Hoje, tenho vontade de te abraçar todos os dias e dizer-te o que calei estes anos - amo-te muito pai.</p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:149852018-03-14T16:17:00La casa de Papel2018-03-14T16:28:41Z2018-03-14T16:37:35Z<p>Esta série tem sido tão falada na net e nas redes sociais que comecei a sentir o bichinho da curiosidade a levar-me a ver, pelo menos, o primeiro episódio.</p>
<p>Para além disso, o meu filho é fã. Já viu as 2 temporadas (a primeira na netflix e a outra num outro site pirata que não domino). Segundo ele, devorador de séries, é a melhor série de sempre.</p>
<p>Qual quê? A melhor série de sempre é o Prision Break. Alías identifico-me muito com ele com a forma entusiastica quando fala da série. O Prision Break era também para mim, algo sagrado, que não perdia nunca. Chegava a chorar revoltada com tantos impasses e obstáculos, sobretudo nas 2 primeiras temporadas.</p>
<p>Bem, mas lá me rendi (mas recusando o rótulo de melhor série) e hoje, durante a hora de almoço, dei uma espreitadela ao primeiro episódio.</p>
<p>Gostei e, pelo que percebi, a partir do 2º episódio é que tudo começa. Reconheci um dos actores. O líder do grupo que assaltou a casa da moeda - Berlim. Entrava numa outra série espanhola que adorei - Grand hotel.</p>
<p>Assustei-me com a situação do Rio (afinal adoro uma boa história de amor, e aquela tinha começado há tão pouco, não podia acabar assim).</p>
<p>Vou agora aproveitar os bocadinhos que tenho livres ?!!! para ver a primeira temporada na netflix. Vamos ver o que me reserva (o meu filho tem feito um suspense!...)</p>
<p>Ainda tenho muito para ver até aprender a música italiana que ficou celebre na série e que todos os espanhóis sabem cantar - Bella Ciao.</p>
<p>Mas Prison Break forever.</p>
<p>E vocês já aderiram também a esta moda?</p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:146582018-03-07T15:45:00Flash do dia #162018-03-07T15:52:53Z2018-03-07T15:52:53Z<p>Que bem começou hoje o dia, por aqui.</p>
<p>Eu com um vírus intestinal que me deixa fraca e sem vontade de comer.</p>
<p>O meu marido fiocu empanado na 2ª circular com a nossa carrinha de trabalho.</p>
<p>Depois do diagnóstico contas feitas: aproximadamente 3000€ de arranjo (numa carrinha que custou 6000€) e que, connosco ainda não fez dois anos.</p>
<p>E tanta falta lhe faz, nesta altura de tanto trabalho.</p>
<p>Mas uma coisa de cada vez!</p>
<p>Este ano decidi que as coisas nunca serão tão más como as pintamos, que não vale a pena sofrer por antecipação.</p>
<p>Tenham todos um bom dia!</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:145252018-03-01T12:54:00Março aí está...2018-03-01T13:09:32Z2018-03-01T13:12:34Z<p><em>Março, marçagão</em></p>
<p><em>Manhãs de Inverno,</em></p>
<p><em>Tardes de Verão.</em></p>
<p>E Março aí está e nada convidativo para passear. Nem as tardes (como diz o ditado) me parece que venham mais risonhas, pelo menos a avaliar pelo que se espera nos próximos dias.</p>
<p>Nunca gostei do mês de Março. Deve ter sido de ouvir tantas vezes a minha avó materna a rogar-lhe pragas.</p>
<p>Parece que nunca mais tem fim. Neste mês, o salário demora a chegar e, entretanto, lá para 27, 28 já estoirámos com o ordenado de Fevereiro.</p>
<p>O facto de termos deixado um mês só com 28 dias e entrármos, de rompante, com frio e chuva, num de 31 dias leva-nos a sentir este mês mais longo que os outros, não acham?</p>
<p>Espero que pessoal e profissionalmente corra, pelo menos, como o mês passado. Já seria bom.</p>
<p>Bom Março para todos!</p>
<p>E estiquem bem esse ordenado!</p>
<p>Vale-nos a sexta-feira santa, 30/3 (assim os patrões são "obrigados" a largar os cordões à bolsa a 29/3) - digo eu que sequer tenho patrão. <img style="vertical-align: middle;" src="https://blogs.sapo.pt/tinymce4/plugins/sapoemoticons/img/EMOTICON_BLUSHED.png" alt="" width="24" height="24" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:142462018-02-19T17:43:00A minha vila de outrora2018-02-19T18:37:02Z2018-02-19T18:38:32Z<p>Moro numa vila citadina, urbana com toda a confusão e agitação inerentes. Tem crescido a olhos vistos, graças à industria e serviços que têm proliferado na zona industrial.</p>
<p>Nunca foi uma vila bonita mas perdeu o pouco encanto de antigamente. Perderam-se as relações entre vizinhos, as lojas de rua, alguns espaços verdes e tudo para e em consequência do crescimento económico.</p>
<p>Os hipermercados vieram substituir a mercearia onde comprávamos gomas e pastilhas gorila aos cubos, e o supermercado do sr. Domingues que vendia chocolate Tody e bolachas baunilha a peso.</p>
<p>Vieram também tirar clientela (assim como as pastelarias) à padaria do Sr. Elias onde, durante muitos anos, a minha sogra comprava pão fresco de madrugada para a merenda do meu sogro, que saía cedo para mais uma jornada como motorista, ou onde a minha mãe comprava a famosa arrofada de côco ou o Capri Sun que levava para as viagens de estudo.</p>
<p>Acabaram também com o Leiteiro que trazia os iogurtes Vigor e o leite do dia (que a minha mãe fervia todas as noites e eu me deliciava com aquela espuma que subia, bem quentinha), "matou" também o "Pitrolino" que, na sua pequena carrinha, trazia o que podiamos chamar hoje dum "Continente móvel", e chegava assim aos pontos mais dificeis da freguesia. Condenaram também a drogaria do sr. Z., um espaço que vendia de tudo (desde o mais pequeno parafuso até ao maior alguidar que possam imaginar).</p>
<p>O centro comercial outlet acabou com o pronto a vestir da DA e com a sapataria do sr. C., que conhecia já de cor os tamanhos que os seus fieis clientes calçavam.</p>
<p>Os espaços de beleza e as novas barbearias (que têm nascido que nem cogumelos) acabaram com o barbeiro T. (local de encontro dos senhores da terra e onde punham a leitura em dia enquanto esperavam por uma barba e cabelo). Fizeram desparecer as cabeleireiras de casa (que exerciam numa assoalhada anexa com fotos de penteados da moda na janela) procuradas pelas senhoras das quintas para uma "mise" ou permanente e tambem manicure (tal como a minha tia que me utilizou várias vezes como cobaia para testar as novas tendências).</p>
<p>As quintas vão sendo vendidas em parcelas para construção de urbanizações ou para novos hipermercados.</p>
<p>A sala de sócios do clube da terra passou a ser um ATL (fruto da necessidade de ter os filhos ocupados enquanto os pais trabalham; as mães domésticas de antigamente já são poucas). Perdeu-se o único espaço de convívio de miúdos e graúdos onde podiam confraternizar, jogar snooker ou bilhar, tenis de mesa, cartas, etc e onde as atletas da ginástica galavam os jogadores de futebol do clube, enquanto esperavam pela hora do treino.</p>
<p>As matinés também já foram local de encontro quinzenal dos jovens, onde dançavamos os temas da moda e foram culpadas por muitos namoros (o meu começou lá...) e até casamentos.</p>
<p>Deixámos de conhecer os nossos vizinhos: de a quem pedir uma caneca de vinho branco para pôr no estufado, um pacote de açúcar para servirmos um bolo a umas visitas inesperadas, ou com quem trocar o jornal desportivo (como fazia o meu avô com o vizinho que morava no fundo da rua). Deixámos de saber o nome do merceeiro ou do sr. do restaurante onde a minha mãe comprava sopa (numa tupperware) para o jantar.</p>
<p>Estas e tantas outras coisas foram-se perdendo. Hoje somos uma vila descaracterizada, multicultural, com poucas pessoas nascidas e criadas na terra.</p>
<p>Bons tempos que já não voltam e uma realidade que, infelizmente, o meu filho já não conheceu.</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:139262018-02-16T12:58:00Flash do dia #152018-02-16T13:02:04Z2018-02-16T13:02:04Z<p>Será que sou só eu que sinto falta dum gancho ou outra coisa qualquer, nas portas das casas de banho públicas para pendurarmos a mala?</p>
<p>É que estar naqueles preparos, de cuecas em baixo, a tentar evitar o contacto com a sanita e ainda de mala na mão, não me parece fácil.</p>
<p>E para além disso não podemos pôr a mala no chão (para além de dar azar - dizem - corremos o risco de a trazer um pouco molhada - não sei se me entendem).</p>
<p>Desabafos de uma senhora ....</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:137212018-02-14T15:55:00O dia dos namorados...2018-02-14T16:05:47Z2018-02-14T16:05:47Z<p>O dia dos namorados é como o Natal, sempre que o homem quiser.</p>
<p>Pois é, o meu dia de namorados deixou há muito, após 21 anos de casada, de ser no dia 14/2.</p>
<p>Vamos encontrando alternativas porque nesta data, quase sempre, nem tempo temos para um jantarinho a dois.</p>
<p>Hoje particularmente a minha cara metade tem de dar treino à equipa e por isso vai chegar mais tarde.</p>
<p>Mas almoçámos juntos (com o nosso filho, que devia ter ido almoçar com a namorada...).</p>
<p>O que importa são os outros dias de namorados, sem data específica nem lembrança nas agendas ou calendários.</p>
<p>São aqueles dias em que acordamos com um beijo na testa, um carinho e um "amo-te muito".</p>
<p>São aqueles dias em que nos convidam para jantar ou ir beber um cházinho a uma sexta feira à noite (depois de uma semana estafante de trabalho).</p>
<p>São aqueles dias em que passa por uma das minhas pastelarias preferidas e me tráz um miminho doce.</p>
<p>São aqueles dias em que, do nada, me envia uma mensagem melosa e até provocante.</p>
<p> </p>
<p>Feliz dia dos namorados para todos... Sempre que quiserem e puderem.<img style="vertical-align: middle;" src="https://blogs.sapo.pt/tinymce4/plugins/sapoemoticons/img/EMOTICON_INLOVE.png" alt="" width="24" height="24" /></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:blackandgray:135662018-02-07T16:09:00As notas e... o namoro2018-02-07T18:24:14Z2018-02-07T18:24:14Z<p>O meu filho tem conseguido subir este ano, no 12º, consideravelmente as notas.</p>
<p>Nada que eu não soubesse que seria capaz. Sou suspeita por ser mãe, mas a média de 12 do 10º e 11º não é nada concordante com aquilo que pode e sabe fazer.</p>
<p>Este ano, mesmo com o namoro, as coisas têm corrido bem.</p>
<p>Tem trabalhado e voltou a ter brio nas notas que tira (não fosse ele uma pessoa competitiva).</p>
<p>Eu, mãe galinha, sempre achei que isto de namorar e estudar não iria resultar (sobretudo quando a namorada é da mesma turma). Mas parece que me enganei.</p>
<p>A miúda é amorosa e puxa muito por ele.</p>
<p>O meu marido disse-me ontem que analisando bem, teria sido melhor que tivesse começado a namorar no 10º. LOL</p>
<p>Por mim, só lá para os 30. Mas o que hei-de fazer, só aceitar.</p>
<p><em>(digo eu que comecei aos 15).</em></p>
<p>E vocês o que acham? O namoro ajuda ou não?</p>