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Black & gray

Porque a vida não é só "preto e branco". O cinzento também existe. E é a possibilidade de podermos optar pelo cinzento, em tantas situações, que torna a nossa vivencia tão rica.

Black & gray

Porque a vida não é só "preto e branco". O cinzento também existe. E é a possibilidade de podermos optar pelo cinzento, em tantas situações, que torna a nossa vivencia tão rica.

25.Jun.18

Flash do dia #20

Depois de ontem ter sofrido uma cabeçada do meu cão (sim, do meu cão labrador de 30kg) que por pouco não me abriu o sobrolho, aqui estou eu com um verdadeiro olho à belenenses.

O inchaço disfarçou mas o hematoma alastrou pela pálpebra e, de tão roxo que está, parece mesmo que vim agora da maquilhadora, com direito a eyeliner e tudo.

Ninguém acredita...

Só comigo.

Nunca mais jogo à bola com ele.

22.Jun.18

1 ano de blog

Pois é, já lá vai 1 ano que tive coragem de tirar da gaveta o desejo secreto de ter um blog.

Não escrevi tanto quanto poderia (por falta de tempo, por falta de assunto, por falta de imaginação) mas valeu a pena.

Fazendo uma retrospectiva do que fui escrevendo por aqui, este blog passou dum espaço de opinião para um baú de recordações. É verdade que aqui e acolá partilho a minha opinião (sobretudo em temas com os quais não consigo ficar indiferente) mas maioritariamente, os meus posts, resultam de algo do quotidiano que me fazem lembrar situações, relações familiares, de amizade, etc. E o meu filho, o meu maior tesouro.

Mas apesar de tudo, o nome Black & Gray continua a fazer sentido. Este meu blog será Black sempre que me virem tristonha, revoltada, saudosa mas sempre com umas pinceladas de branco (de verdade, de transparência) e voilá, resulta em Gray.

A todos aqueles que tiveram a amabilidade de me acompanhar nesta aventura, lendo e comentando os meus posts, o meu Muito Obrigada! Ao Sapo Blogs obrigada pelos destaques!

E venha mais um ano!

Nós vamo-nos vendo por aí.

13.Jun.18

Outra vez Alfama!

Seis da manhã e lá recebia eu a mensagem da praxe do meu amigo: "Ganhámos! Tricampeões!

E a história volta a repetir-se. Alfama ganha novamente as Marchas de Lisboa 2018.

Não nasci em Alfama, nem tão pouco em Lisboa, mas sou fã das marchas e apoiante deste incrivel bairro pela amizade à familia Neves (familia de marchantes que vai já na 3ª geração).

Ontem, a passo acelerado, corri contra o tempo, entre manjericos e sardinhas, calçadas e ruelas, para chegar a tempo de ver a marcha de Alfama sair do pavilhão Magalhães Lima. E consegui, com as pernas pesadas e respiração ofegante, chegar a tempo de as portas se abrirem e da primeira ovação da noite.

Que lindos iam os marchantes! Aquelas saias, os bigodes verdadeiros...

Não os seguimos para a Avenida, indo desfrutar dum tipico repasto de Santo António - caldo verde e sardinha assada.

Vi-os hoje na televisão e do pouco que vi ontem ainda na Avenida, mereceram novamente a vitória.

Mais uma noite bem passada, divertida com bailarico pelo meio.

Parabéns a Alfama!

Alfama é Linda.

Para o ano voltamos!

11.Jun.18

Fui à feira do Livro

É verdade. Penso que 10 anos depois voltei à feira do livro.

E gostei, matei saudades!

Pensava que seria dificil convencer a minha cara metade para me acompanhar pois a leitura não lhe ocupa muito tempo. Mas estava enganada, e até me ajudou a escolher uns livros e ainda me ofereceu um.

Entrei decidida a comprar o Tatuador de Auschwitz mas fiquei um pouco desiludida com o preço...

Porque não sou uma leitora devoradora não tenho, por isso, fortes ligações a autores. Escolho mais pelos temas: histórias verídicas, histórias sobre países que não conheço e , sobretudo, segunda guerra mundial são os que mais prefiro.

Decidi também, porque o orçamento definido para este gasto não era assim tão elevado, comprar quantidade mantendo a qualidade (ou seja, aproveitar algumas promoções). E acabei por sair com os seguintes livros:

- Naziran, uma mulher sem rosto (escrito pela própria). O testemunho de uma rapariga rejeitada pela sociedade paquistanesa e queimada com ácido enquanto dormia.

- Madrugada sombria de David Satter. A história da Rússia, contada por cidadãos russos após a sua desintegração.

- Hitler de Giulio Ricchezza - A história de quem enfeitiçou a Alemanha, destruiu a Europa e marcou a história universal para sempre.

Saí sem o "Tatuador de Auschwitz" mas ficou prometido como presente de aniversário.

Por agora já tenho leitura com que me entreter à noite (na cama antes de dormir, acompanhada de um chá bem quentinho) e durante as férias que se aproximam.

A feira do livro é um evento para todas as idades, para os mais e menos letrados e até aqueles que são avessos à leitura, podem sempre abancar numa dessas roulotes de comida de rua (que estão na moda) e disfrutar dum menu tipico de fast food ou uma opção mais gourmet.

Gostei e matei saudades.

Para o ano voltarei.

 

 

 

 

01.Jun.18

Flash do dia #18

Quando resolves vestir umas calças mais clássicas (e outras, e outras) que não vestes desde a Primavera passada e descobres que não consegues entrar lá dentro.

Os quarenta e a ociosidade têm me levado a gostar cada vez menos do que vejo ao espelho.

Tenho de voltar ao Zumba, às caminhadas... Caso contrário, este ano, o biquini fica no armário.